Publicado em: ,

Nasce o primeiro rinoceronte branco na América Latina: poderia ajudar a salvar sua espécie?

Compartilhe
No final de julho nasceu Pantaleón, o primeiro rinoceronte branco nascido em território latino-americano e que chegou parra reviver sua reduzida espécie.


O rinoceronte branco é a maior das cinco espécies de rinocerontes que existem atualmente, o quarto maior animal terrestre e o quarto maior mamífero terrestre após as três espécies de elefantes.

Este rinoceronte pode chegar a 4,2 metros de comprimento e 1,85 metros de altura. Sua espécie é ameaçada pela caça indiscriminada em busca do marfim de seus chifres.

Pantaleón nasceu neste contexto. Seus pais Hannah e Oliver chegaram ao Chile em 2013, da África. Ambos são rinocerontes brancos e sua missão era clara: reproduzir. O pequeno Pantaleón nasceu em 27 de julho, tornando-se o primeiro rinoceronte branco nascido na América do Sul. A gestação durou 18 meses sem intervenção do parque.

Primeiro isso parece ser uma excelente notícia: uma esperança para uma espécie ameaçada de extinção.

No entanto, não podemos deixar de lado que Pantaleón nasceu em cativeiro, no zoológico de Santiago do Chile. O cativeiro é uma boa escolha, quando se trata de proteger uma espécie profundamente ameaçada na natureza? Para aqueles que estão envolvidos com o projeto, certamente que sim.




Expectativa 

“Ela estava empurrando e fazendo um trabalho bastante curto, o bebê saiu rapidamente. No início, pensamos que ela estava morta porque ela caiu pesadamente no chão e não havia atitude de vida. Houve vários minutos de muita angústia, porém logo se moveu e em poucos minutos já o teríamos caminhando ao lado da mãe”, explica Ignacio Idalsoaga. 

A criação em cativeiro não é fácil. Na verdade, "as possibilidades de reprodução em uma escala de um a 10 eram duas, porque n natureza o macho precisa ter várias fêmeas, porque entre elas, são estimulados a se reproduzir. Quando existe apenas uma possibilidade é bastante escasso”, acrescenta.

Proteção de espécies

A reprodução em cativeiro não é a mais controversa das medidas tomadas para proteger essas espécies ameaçadas de extinção.

Em diferentes países da África, uma medida drástica está sendo realizada: corte de chifres de rinoceronte como forma de prevenir a caça furtiva.

É que, como caçadores procuram seus chifres, os protecionistas chegaram a desesperada opção de extrai-los em vida, para evitar que os caçadores matem os animais para removê-los.

Você sabia a quão ameaçada era essa espécie? Quando vamos deixá-los viver em paz?

Fonte: La Tercera/Wikipedia/La Bioguia

No final de julho nasceu Pantaleón, o primeiro rinoceronte branco nascido em território latino-americano e que chegou parra reviver sua reduzida espécie.


O rinoceronte branco é a maior das cinco espécies de rinocerontes que existem atualmente, o quarto maior animal terrestre e o quarto maior mamífero terrestre após as três espécies de elefantes.

Este rinoceronte pode chegar a 4,2 metros de comprimento e 1,85 metros de altura. Sua espécie é ameaçada pela caça indiscriminada em busca do marfim de seus chifres.

Pantaleón nasceu neste contexto. Seus pais Hannah e Oliver chegaram ao Chile em 2013, da África. Ambos são rinocerontes brancos e sua missão era clara: reproduzir. O pequeno Pantaleón nasceu em 27 de julho, tornando-se o primeiro rinoceronte branco nascido na América do Sul. A gestação durou 18 meses sem intervenção do parque.

Primeiro isso parece ser uma excelente notícia: uma esperança para uma espécie ameaçada de extinção.

No entanto, não podemos deixar de lado que Pantaleón nasceu em cativeiro, no zoológico de Santiago do Chile. O cativeiro é uma boa escolha, quando se trata de proteger uma espécie profundamente ameaçada na natureza? Para aqueles que estão envolvidos com o projeto, certamente que sim.




Expectativa 

“Ela estava empurrando e fazendo um trabalho bastante curto, o bebê saiu rapidamente. No início, pensamos que ela estava morta porque ela caiu pesadamente no chão e não havia atitude de vida. Houve vários minutos de muita angústia, porém logo se moveu e em poucos minutos já o teríamos caminhando ao lado da mãe”, explica Ignacio Idalsoaga. 

A criação em cativeiro não é fácil. Na verdade, "as possibilidades de reprodução em uma escala de um a 10 eram duas, porque n natureza o macho precisa ter várias fêmeas, porque entre elas, são estimulados a se reproduzir. Quando existe apenas uma possibilidade é bastante escasso”, acrescenta.

Proteção de espécies

A reprodução em cativeiro não é a mais controversa das medidas tomadas para proteger essas espécies ameaçadas de extinção.

Em diferentes países da África, uma medida drástica está sendo realizada: corte de chifres de rinoceronte como forma de prevenir a caça furtiva.

É que, como caçadores procuram seus chifres, os protecionistas chegaram a desesperada opção de extrai-los em vida, para evitar que os caçadores matem os animais para removê-los.

Você sabia a quão ameaçada era essa espécie? Quando vamos deixá-los viver em paz?

Fonte: La Tercera/Wikipedia/La Bioguia

Qual é a sua opinião?