Publicado em:

Animais drogados para tirar uma selfie no zoológico mais "popular" da Argentina

Compartilhe

Desde 2014, até ao menos cinco organizações de animais denunciaram que o Zoológico de Luján, na província de Buenos Aires, Argentina, deve fechar por supostamente manter os animais drogados por mais de oito horas.

Este zoológico permite que seus visitantes acariciem tigres, leões, elefantes e outros animais que são selvagens na natureza. A maioria dos participantes tiram fotografias com os famosos felinos do chamado "zoológico mais popular da Argentina", segundo a página Trip Advisor.


Desde 1994 até hoje, este zoológico é privado e não funciona com os subsídios do governo, como acontece em outros países.

Segundo a jornalista francesa Jeanne Pouget, neste parque, os animais parecem "mortos em vida", enquanto a revista francesa Paris Match descrevia este centro como "um inferno" por drogar e manter os anfitriões em cadeias.

Uma das petições que circulam nas redes sociais foi criada pela organização Animalista Independiente Argentina, eles asseguram que não é normal que os animais durmam por mais de oito horas.

«É um segredo aberto que os animais são dopados. Exigimos que se investigue o que acontece nesse zoológico, aplicando a lei, que o acesso das pessoas às gaiolas seja fechado e que os animais sejam colocados em santuários».


Esta petição se encontra na página change.org, e tem até agora 112.198 assinaturas digitais dos 150 mil que solicitaram.


De acordo com Animalista Independiente Argentina, o pessoal deve enfrentar as autoridades de Buenos Aires, porque eles supostamente violam duas leis: a 12.238 que afirma que a alimentação ou contato com animais selvagens é proibido no país, e a 14.346, também conhecido como Lei Penal Argentina sobre a Proteção Animal, que estipula penas para qualquer pessoa que maltrata ou comente atos de crueldade para drogar os animais sem fins terapêuticos.

Por sua parte, a equipe do zoológico indicou em uma entrevista para Infobae que não dopam e nem usam sedativos em tigres e leões. «Nunca nasceram num ambiente selvagem. Eles viveram toda a vida em cativeiro, então eles não têm uma condição selvagem.». Em seu site, o zoológico indica que está aberto nos 365 dias do ano, e convidam seus seguidores nas redes sociais a denunciar a comercialização de animais ilegais.

Fonte: Infobae/Cultura Colectiva


Desde 2014, até ao menos cinco organizações de animais denunciaram que o Zoológico de Luján, na província de Buenos Aires, Argentina, deve fechar por supostamente manter os animais drogados por mais de oito horas.

Este zoológico permite que seus visitantes acariciem tigres, leões, elefantes e outros animais que são selvagens na natureza. A maioria dos participantes tiram fotografias com os famosos felinos do chamado "zoológico mais popular da Argentina", segundo a página Trip Advisor.


Desde 1994 até hoje, este zoológico é privado e não funciona com os subsídios do governo, como acontece em outros países.

Segundo a jornalista francesa Jeanne Pouget, neste parque, os animais parecem "mortos em vida", enquanto a revista francesa Paris Match descrevia este centro como "um inferno" por drogar e manter os anfitriões em cadeias.

Uma das petições que circulam nas redes sociais foi criada pela organização Animalista Independiente Argentina, eles asseguram que não é normal que os animais durmam por mais de oito horas.

«É um segredo aberto que os animais são dopados. Exigimos que se investigue o que acontece nesse zoológico, aplicando a lei, que o acesso das pessoas às gaiolas seja fechado e que os animais sejam colocados em santuários».


Esta petição se encontra na página change.org, e tem até agora 112.198 assinaturas digitais dos 150 mil que solicitaram.


De acordo com Animalista Independiente Argentina, o pessoal deve enfrentar as autoridades de Buenos Aires, porque eles supostamente violam duas leis: a 12.238 que afirma que a alimentação ou contato com animais selvagens é proibido no país, e a 14.346, também conhecido como Lei Penal Argentina sobre a Proteção Animal, que estipula penas para qualquer pessoa que maltrata ou comente atos de crueldade para drogar os animais sem fins terapêuticos.

Por sua parte, a equipe do zoológico indicou em uma entrevista para Infobae que não dopam e nem usam sedativos em tigres e leões. «Nunca nasceram num ambiente selvagem. Eles viveram toda a vida em cativeiro, então eles não têm uma condição selvagem.». Em seu site, o zoológico indica que está aberto nos 365 dias do ano, e convidam seus seguidores nas redes sociais a denunciar a comercialização de animais ilegais.

Fonte: Infobae/Cultura Colectiva

Qual é a sua opinião?